sábado, 30 de abril de 2016

Perito particular contesta laudo oficial do Caso Odilaine Uglione



PERITO PARTICULAR IMPUGNA LAUDO LAUDO OFICIAL QUE CONCLUIU PELA SEGUNDA VEZ QUE ODILAINE UGLIONE COMETEU SUICÍDIO


Foto reprodução Facebook Bernardo Uglione Boldrini

O perito particular, Ricardo Caires dos Santos, impugnou lado oficial do IGP através da publicação extensa de uma matéria que explica a forma como se processa uma análise grafotécnica e como ele chegou à conclusão de que a suposta carta de suicídio não foi escrita pela mãe do menino Bernardo. 

Veja um trecho da transcrição na íntegra:

PROF. RICARDO CAIRES DOS SANTOS, PERITO JUDICIAL, Inscrito na APEJESP Nº 1568, venho respeitosamente a presença de vossa excelência detalhar meu laudo Referente a escrita da senhora ODILAINE UGLIONE.
Este Perito verificou que a pericia oficial não analisou o tempo dos manuscrito nas peças de padrões de confrontos da senhora ODILAINE UGLIONE, devido que a pericia oficial definiu que a forma de escrita da senhora ODILAINE UGLIONE tem 3 (três) a 4 (quatro) maneiras de escrever, OLHA “FUMUS BONI IURIS” fuma do bom direito excelência e autoridades. LÊ este laudo NÃO existe isto, tanto nos Peritos Grafotécnicos e Psicólogos especialista na escrita as alterações formais ela pode ser mudas de formas já mencionados neste laudo tipos de uso de drogas e outros.
Continuando o raciocino então as alterações conforme que a pericia oficial ofertou em seu laudo, então á senhora ODILAINE UGLIONE esteve todo momento da sua vida com essas características que altera a escrita de um individuo.
Todos os padrões de confrontos utilizados NÃO deu o resultado de 50% a 100% que a carta emanou do punho escritor da senhora ODILAINE UGLIONE, por fim A PERICIA tem que ser exata e a pericia oficial NÃO FOI.
Os lançamentos encontrados na Carta Não Emanaram do mesmo punho escritor do ODILAINE UGLIONE esta conclusão está fundamentada nos exames e estudo científicos.
Nada mais havendo, aos 28 de Março de 2016, encerra este perito o presente Laudo Grafotécnico Judicial, tudo devidamente firmado.
Disponível em:

OBSERVAÇÃO: foram 8 meses de sofrida espera pelo laudo de Odilaine Uglione, inclusive com a exumação de seu corpo e a perspectiva de exumação também do corpo do menino Bernardo, já que haviam sido encontrados nas unhas de Odilaine, vestígios de cromossomos masculinos que a Perícia Oficial não pôde concluir de quem era. A não ser que Odilaine, na tentativa desesperada de se defender da agressão tenha se agarrado ao criminoso, não havia a mínima possibilidade de ser detectado DNA sob suas unhas, ainda mais quando já havia decorrido cinco anos do acontecido. E Leandro Boldrini disse não ter encostado nela, apesar de apresentar escoriações nos braços que não sabia explicar como as tinha conseguido. 
Além do fato dele ter uma arma escondida em casa; ter negado o fato à Polícia; no dia da morte de Odilaine, ele ter faltado ao serviço em Bom Progresso (notícia nesse blog); e pedido para não avisar sobre isso à Polícia, etc, etc. Enfim,  estamos em uma democracia, não estamos ferindo o direito de ninguém, estamos apenas relatando o que a mídia exaustivamente veiculou e reiterando o nosso espanto frente ao resultado que em absoluto não nos convenceu, em compasso com o perito particular, acima citado.



A Ressurreição de Jesus Cristo

"Depois do sábado,quando amanheceu o primeiro dia da semana, Maria Madalena e a outra Maria foram ver o túmulo. E eis que houve um violento tremor de terra: um anjo do Senhor desceu do céu, rolou a pedra e sentou-se sobre ela. Resplandecia como relâmpago e suas vestes eram brancas como a neve.

Vendo isto, os guardas pensaram que morreriam de pavor. Mas o anjo disse às mulheres: 'Não temais! Sei que procurais Jesus que foi crucificado . Não está aqui: ressuscitou como disse. Vinde e vede o lugar em que Ele repousou. Ide depressa e dizei aos outros discípulos que Ele ressuscitou dos mortos. Ele vos precede na Galiléia. Lá O haveis de ver, eu vo-lo disse.

Enquanto elas voltavam, alguns homens da guarda já estavam na cidade para anunciar o acontecimento aos príncipes dos sacerdotes. Reuniram-se estes em conselho  com os anciãos. Deram aos soldados uma importante soma de dinheiro, ordenando-lhes: 'Vós direis que seus discípulos vieram retirá-lo à noite, enquanto dormíeis."

'Vós direis que seus discípulos vieram retirá-lo à noite, enquanto dormíeis." ?????

JUSTIÇA PARA ODILAINE E BERNARDO UGLIONE BOLDRINI!

terça-feira, 26 de abril de 2016

Dossiê Bernardo Uglione Boldrini: para a imortalidade


PARA NUNCA NOS ESQUECERMOS DE BERNARDO UGLIONE BOLDRINI!


Foto Sabrina Ritter


Na manhã de de 17/12/2015, o senhor Jorge Goelzer esteve em Frederico Westphalen/RS, para entregar à Sidene Buzzato, secretária de Educação e Cultura do município, a obra intitulada "Dossiê Bernardo Uglione Boldrini".

Jorge Goelzer é um economista, morador de Curitiba/PR e uma das muitas pessoas que se comoveram com a história do menino Bernardo. Ele se envolveu nas pesquisas sobre o assunto, o que resultou nos dois volumes da obra, sendo que o primeiro exemplar foi entregue pessoalmente à Jussara Uglione, avó materna de Bernardo.

Para quem quiser conhecer o Dossiê Bernardo Uglione Boldrini, a obra (inclusive com muitas fotos) se encontra à disposição do público na Biblioteca Municipal de Frederico Westphalen. O senhor Goelzer informou que já está preparando o terceiro volume. 

Disponível em:

OBSERVAÇÃO: Como já disse anteriormente, quando da entrega do primeiro exemplar do livro à avó Jussara, continuo aguardando o meu exemplar. Obrigado, sr. Jorge Goelzer: bem vindo ao rol dos amigos de Bernardo Uglione Boldrini. Para sempre!

 Foto: Facebook Bernardo Uglione Boldrini - Justiça

JUSTIÇA PARA ODILAINE E BERNARDO UGLIONE BOLDRINI!

sábado, 23 de abril de 2016

Caso Odilaine Uglione: mas embaixo tinha uma menina morta


AUDIÊNCIA DE 11/11/2014,  EM QUE A DEFESA DE EVANDRO WIRGANOVICZ QUESTIONAVA A MÃE DO MÉDICO LEANDRO BOLDRINI


Foto: SBT

Defesa de Evandro:
- "Bom, a senhora esteve então no domingo lá, pelo que a senhora recorda? Na casa de Leandro em Três Passos. É isso?

Testemunha: 
- "Não, foi dia de semana, porque eu ia só em dias de semana."

Defesa de Evandro: 
- " Pode ter sido três a quatro dias mesmo (do desaparecimento de Bernardo) como a senhora afirmou?"

Testemunha:
- "É."

Defesa de Evandro:
- "Muito bem. Como é que a Graciele se comportou, naquele dia, como é que ela estava?"

Testemunha:
- "Estava muito quieta, a gente percebia que estava quieta, estava diferente."

Defesa de Evandro:
- "No momento em que o Leandro perguntou, disse para ela, afirmou para ela, 'eu sou inocente, mas você vai ficar na caixinha', caixinha é o que, prisão?"

Testemunha:
- "Prisão, correção, digamos assim, da Polícia, né?'

Defesa de Evandro:
-"Qual foi a reação de Graciele quando ele disse isso?"

Testemunha:
- "Ficou quieta."

Defesa de Evandro:
- "Ficou quieta? Ela demonstrou com o olhar alguma forma de resposta? Ou não?"

Testemunha:
- "Sim, ela disse: 'mas embaixo tem uma menina morta'. Aquilo era um disfarce, alguma coisa, menina morta coisa nenhuma."

Defesa de Evandro:
- "Ali embaixo onde seria?"

Testemunha:
- "Para baixo da casa né, ela olhou assim na janela e disse: 'ali embaixo tem uma menina morta'. Não acredito, não acreditei nessa versão dela."

OBSERVAÇÃO: a partir do momento em que seus parentes começaram a falar, Leandro Boldrini deu-lhes ordem para que se calassem. Depois disso não houve nenhuma manifestação por parte deles.

Graciele Ugulini para Edelvânia Wirganovicz, quando iam de camburão, saindo de Guaíba em direção a Três Passos para uma audiência:
- "Se me envolverem na morte de Odilaine, eu me mato."

Peraí: então não foi um suicídio?

JUSTIÇA PARA ODILAINE E BERNARDO UGLIONE BOLDRINI! 


sexta-feira, 22 de abril de 2016

Edelvânia Wirganovicz tenta sensibilizar o Brasil antes do Júri Popular


EDELVÂNIA WIRGANOVICZ E SUA VERSÃO DA MORTE DE BERNARDO UGLIONE BOLDRINI, ANTES DE ENFRENTAR O JÚRI POPULAR


Vídeo incorporado do YouTube - Programa Record Investigação / Canal Aberto TV

OBSERVAÇÃO: esse depoimento de Edelvânia seria uma piada se não fosse resultado de um trágico acontecimento que comoveu todo o País em abril de 2014: o assassinato do menino Bernardo Uglione Boldrini. Cadê o seu advogado que não tentou pelo menos livrá-la desse constrangimento?

JUSTIÇA PARA ODILAINE E BERNARDO UGLIONE BOLDRINI!

Teria sido Bernardo Uglione Boldrini enterrado vivo?


UMA DÚVIDA QUE CORRÓI A MENTE E O CORAÇÃO DE TODAS AS PESSOAS QUE SE ENVOLVERAM NA CAUSA DO MENINO BERNARDO UGLIONE BOLDRINI: TERIA SIDO ELE ENTERRADO VIVO?


Reprodução: arquivo pessoal

Transcrição de um texto coletado do Facebook Bernardo Uglione Uglione Boldrini - Justiça. Escrito por Erislei Mmc. Acesso em 22/04/2016.


Entre tantas mentiras de uma pessoa, podemos observar de forma detalhada e atenciosa AS VERDADES escondidas, encobertas pela pessoa mentirosa. Edelvânia disse que Bernardo teve que SE AJUSTAR para caber no buraco, disse também NÃO PODER AFIRMAR que Bernardo estava vivo ou morto antes de ser enterrado (mesmo tendo as duas despido o Bernardo antes de enterrá-lo). 

Vejam bem, quando a gente tira uma roupa de uma criança, manipulando o corpo não seria possível perceber presenças de sinais vitais? Isso demonstra que ela sabe que Bernardo ainda encontrava-se vivo.


Em qualquer pesquisa pelo Google podemos checar que o remédio MIDAZOLAM injetável “ O objetivo principal do manejo farmacológico é a tranquilização rápida, buscando a redução dos sintomas de agitação e agressividade, sem a indução de sedação profunda ou prolongada, mantendo-se o paciente tranquilo, mas completa ou parcialmente responsivo ”.

Isso significa que o paciente (ou vítima) é induzido a ficar quieto e obediente, “COMPLETA OU PARCIALMENTE RESPONSIVO” pode nos indicar que Bernardo teve condições de obedecer ordens da duas como: levantar do chão com a ajuda de Gracielle e Edelvânia, andar e se AJEITAR na cova. 

Depois disso, receber os acessórios das criminosas: soda, sacos de lixo e pedrada para que não tivesse chance de sair da cova. Talvez por se acharem tão sensíveis, e por fazer parte do acordo em ter a ajuda de Edelvânia, preferiram enterrar Bernardo vivo a ter que ver sangue. Seria por isso também a pedrada por cima do saco plástico?

“A COVA EU FIZ... E NA HORA ELE TEVE QUE SE AJUSTAR LÁ DENTRO. FOI MEIO PEQUENA AINDA, MAS ELE COUBE LÁ”. Sinto-me em tristeza profunda imaginando nosso querido dopado e se ajeitando para caber na cova...(Erislei Mmc)


OBSERVAÇÃO: Querido(a) Erislei, é justamente por contas dessas e mais dúvidas que nos empenhamos na Justiça por Bernardo Uglione Boldrini. Apesar de que a madrasta enfermeira assassina sabia como executar o menino, afinal tinha também um médico fazendo parte da trama. É uma pena que não tenha sido acrescentado aos criminosos mais uma qualificadora por tortura, porque isso, nós acreditamos que aconteceu: longe de quem lhe pudesse acudir, esse menino teve ter vivido o seu pior pesadelo!

JUSTIÇA PARA ODILAINE E BERNARDO UGLIONE BOLDRINI!

Acusados do assassinato de Bernardo Uglione Boldrini vão enfrentar Júri Popular


PRIMEIRA CÂMARA CRIMINAL DE JUSTIÇA EM PORTO ALEGRE/RS, DECIDE ENVIAR OS ACUSADOS DO ASSASSINATO DO MENINO BERNARDO UGLIONE BOLDRINI PARA O TRIBUNAL DO JÚRI POPULAR

Reprodução: arquivo pessoal


Nesta quarta- feira, 20/04/2016, a Primeira Câmara Criminal do Tribunal de Justiça em Porto Alegre/ RS, negou o recurso que questionava a decisão judicial de enviar a julgamento pelo Tribunal do Júri Popular, o médico Leandro Boldrini, a enfermeira Graciele Ugulini e o cúmplice Evandro Wirganovicz, envolvidos no assassinato de uma criança de apenas 11 anos de idade, Bernardo Uglione Boldrini. A defesa de Edelvânia Wirganovicz,  quarta acusada do crime, não recorreu de responder pelo Tribunal do Júri, apesar de ter solicitado que ela fosse julgada separada dos outros acusados, solicitação que também foi indeferida pela Justiça.

A decisão de manter o Júri Popular partiu do relator do processo, Desembargador Sylvio Baptista, do Desembargador Honório da Silva Neto e da Desembargadora Cláudia Maria Hardt. O recurso do Ministério Público que pedia a inclusão da qualificadora “Motivo Torpe” para Evandro Wirganovicz foi deixado para quando houver o julgamento, quando o Conselho de Sentença decidirá se os acusados são culpados ou inocentes.

O julgamento do recurso teve início em janeiro, mas foi suspenso quando apesar do voto contrário ao recurso do Desembargador Sylvio Baptista, o Desembargador Honório da Silva Neto pediu vistas ao processo e a Desembargadora Cláudia Maria Hardt optou por aguardar. 

No recurso, as defesas de Leandro Boldrini, Graciele Ugulini e Evandro Wirganovicz alegavam nulidades no processo e pediam (ora, vejam) suas impronúncias, ou seja, quando o Juiz conclui que não existem provas ou materialidade do fato e também não existem indícios suficientes de autoria ou participação a ponto dos réus serem submetidos ao julgamento pelo Júri Popular.

Ao mesmo tempo, os advogados pediam a desclassificação do crime, porque não se tratava de crime doloso contra a vida de uma criança, mas segundo os acusados, foi um outro tipo de delito não tão grave ( a madrasta não quis matar o menino, o pai não financiou a empreitada e o cúmplice não abriu a cova), foi tudo um mau entendido.

O Juiz errou ao condená-los a serem julgados pelo Tribunal do Júri Popular, afinal não houve aborto, nem infanticídio, nem homicídio doloso e muito menos qualificado. Mais uma vez, a estratégia não obteve sucesso e os réus do Caso Bernardo seguem rumo à sentença do Tribunal do Júri Popular, em decisão mantida pelos desembargadores do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul. O julgamento ainda não tem data para acontecer.   


Disponível em:



Desembargadores Cláudia Hardt, Sylvio Baptista Neto (C)
e Honório Gonçalves da Silva Neto (D) mantiveram
o julgamento dos réus pelo Tribunal do Júri. 
(Fotos: Eduardo Nichele)


Foto do Facebook Bernardo Uglione Boldrini 

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terça-feira, 12 de abril de 2016

Edelvânia Wirganoviz relata mais uma versão do Caso Bernardo


EDELVÃNIA CONCEDEU NOVA ENTREVISTA A TV RECORD A RESPEITO DO ASSASSINATO DO MENINO BERNARDO

Edelvânia Wirganoviz / Foto Polícia Civil


(Transcrição do R7) em  12/04/2016.
Nesta quinta-feira (14), de Guaíba, no Rio Grande do Sul, o jornalista e apresentador Domingos Meirelles deixa a redação do Repórter Record investigação para fazer uma entrevista exclusiva e reveladora com a assistência social Edelvânia Wirganovicz, na Penitenciária Feminina, a 30 km da capital Porto Alegre.

Ela é uma das acusadas pela polícia de matar o menino Bernardo, de apenas 11 anos - um caso que sensibilizou todos os brasileiros.
Há seis meses, nossas equipes estão negociando essa entrevista com Edelvânia Wirganovicz.

Para a polícia, Edelvânia e a madrasta de Bernardo, Graciele Boldrini, mataram o menino e o enterraram em uma cova rasa, na cidade de Frederico Westphalen, interior do estado. Elas ainda teriam jogado soda cáustica em cima do corpo, na tentativa de apagar qualquer vestígio na cena do crime.

É a primeira vez que Edelvânia abre o jogo sobre a morte de Bernardo à uma equipe de televisão.
Você não pode perder! É nesta quinta-feira, às 23h30, logo após o Câmera Record.

Disponível em:


OBSERVAÇÃO: Edelvânia e seu gosto pela mídia. E com a credibilidade lá em baixo, depois de tantas contradições e acusações sem nenhuma prova. O que de novo, uma das rés confessas do assassinato do menino Bernardo, terá ainda a dizer? De desculpas e justificativas, já estamos fartos. "Falar e não provar é o mesmo que não falar" (Miguel Reale).

JUSTIÇA PARA ODILAINE E BERNARDO UGLIONE BOLDRINI!